Coworking, o negócio do PRESENTE

Até pouco tempo atrás se falava em Coworking como um negócio “do futuro”.

Acontece que o futuro chegou.

Só no ano passado (2016), a oferta de espaços desse tipo aumentou em 50% (contra 30% no ano anterior). O Censo Coworking Brasil 2017, que será divulgado oficialmente nos próximos dias, fala em mais de 800 espaços já existentes no Brasil, contra 400 no ano anterior (100% de aumento).

A matéria de capa da revista “Pequenas Empresas & Grandes Negócios” de Julho é esta.

Fonte: http://revistapegn.globo.com/

No dia 08/07/2017 aconteceu o 3º Encontro de Founders de Coworkings do Brasil, na CUBO, Coworking e Incubadora fundado pelo Itaú e Redpoint Ventures, onde a CMENTE pode participar com um micropatrocínio. Ou seja, o assunto não é mais uma ideia, é uma realidade.

A WeWork, maior rede de coworking do mundo, abriu em julho em São Paulo sua primeira unidade no Brasil, já com lotação esgotada e fila de espera. A do Rio de Janeiro está em fase de estruturação no prédio Torre Almirante, umas das antigas sedes da Petrobras no Centro do Rio de Janeiro.

Julho definitivamente foi um mês agitado para o setor.

Mas nem tudo são flores, claro. Muitos pequenos sofrem com questões de rotina, como inadimplentes e fraudes, por exemplo, e com dificuldade de apoio de instituições de fomento e praticamente nenhum apoio governamental.

O público também não está totalmente acostumado com a ideia, muito menos os clientes dos usuários dos espaços, principalmente em relação as profissões mais tradicionais, como advocacia, medicina e tantas outras. Esse tipo de profissional ainda reclama da informalidade dos ambientes e da pouca privacidade, não sendo à toa que a maioria dos clientes dos espaços é composta por profissionais de marketing, publicidade, designers e consultores autônomos em geral.

Mas acredito que a “Era da Economia Colaborativa” não passará desapercebida por aqueles que ainda não entenderam o conceito da comunidade de Coworking (sim, não nos vimos apenas como prestadores de serviços).

Estamos vivendo uma crise tamanha, onde empresas precisam cortar custos e manter-se competitivas. O coworking resolve esse problema: a recepção, o telefone, internet, impressora, a copa, o banheiro, enfim, toda a infraestrutura básica é compartilhada.

Mas não é só isso, senão os já conhecidos escritórios virtuais estariam dominando o mercado, e não empresas multi-serviços como a WeWork. O espaço é um facilitador para o desenvolvimento de networking, mentoria, aprendizado, parcerias e potencialização do crescimento da sua empresa. O custo fixo mensal mais baixo do que escritório próprio (sem essa infraestrutura toda, claro) é só a cereja do bolo.

Finalmente estamos vivendo o tempo de aprender que ninguém chega a lugar nenhum sozinho.

Para quem se interessou pelo assunto, indico o site https://coworkingbrasil.org/ .

O espaço de coworking da CMENTE está sendo montado e ainda em julho a lista de espera será aberta.

Continue acompanhando !

Quer falar comigo? contato@cmente.com.br

 

Sócia na Ribeiro da Luz Advogados Fundadora da CMENTE Incubadora & Coworking de Advogad@s

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